Se a sua empresa fatura pelo menos R$ 5 milhões por ano, eu quero te fazer uma proposta diferente.
Eu quero colocar um AI Architect da iSol trabalhando com a sua empresa, de forma 100% remota, para colocar inteligência artificial para trabalhar em um processo real da sua operação. E quem subsidia esse trabalho somos nós.
Sua empresa já usa IA. A iSol ajuda a colocar IA para trabalhar dentro dos processos, com pessoas no comando, dados sob controle, trabalho visível e melhoria contínua.
A proposta
Quando eu digo colocar para trabalhar, eu não estou falando de uma aula sobre ChatGPT. Não estou falando de um diagnóstico bonito em PowerPoint, de uma lista de ideias e de alguém que vai embora. Eu estou falando de um processo rodando dentro dos seus sistemas, com agentes executando o trabalho e a sua equipe aprovando o que importa.
Não é curso. É operação.
Nos próximos minutos eu vou te explicar por que estamos fazendo isso, exatamente o que está incluído e qual é a condição para participar.
A tecnologia sozinha muda muito pouco
Meu nome é Tiago Mafra. Sou fundador da 4Clouders no Brasil e da iSol, e criador do iSol 4.9. Há 16 anos eu construo infraestrutura de dados e sistemas para empresas.
Pensa no que acontece na sua empresa toda segunda-feira. Alguém abre os e-mails, separa documentos, entra no ERP, confere uma planilha, pergunta para outra pessoa, espera uma aprovação e digita o mesmo dado de novo.
A sua empresa já usa IA. Mas a pessoa conversa com a ferramenta e depois leva o resultado na mão até o processo. A IA responde. O trabalho continua do mesmo jeito.
E se tem uma coisa que eu aprendi colocando IA para trabalhar de verdade é esta: a tecnologia sozinha muda muito pouco.
Foi assim com a eletricidade. No começo, as fábricas trocaram o motor a vapor pelo motor elétrico e mantiveram o mesmo desenho: as mesmas correias, os mesmos eixos, o mesmo processo. O salto de produtividade só veio quando redesenharam a fábrica em torno da eletricidade.
A maioria das empresas está repetindo esse erro com a IA. Coloca um chat ao lado de um processo que foi desenhado para um mundo sem IA e espera uma transformação. Não vai acontecer.
A pergunta certa não é "onde eu encaixo a IA no meu processo". A pergunta certa é:
Se esse processo fosse desenhado hoje, com IA trabalhando dentro dos seus sistemas e a sua equipe aprovando as exceções, como ele funcionaria?
É isso que importa. Não a tecnologia pela tecnologia. O que ela faz com a sua operação, com a sua margem e com o tempo da sua equipe.
Um processo real
Deixa eu te mostrar um processo real.
Uma operação de contabilidade financeira nos Estados Unidos fazia a conciliação à mão: extrato do banco, extrato do cartão, planilha, lançamento um a um no QuickBooks Desktop.
Nós redesenhamos esse processo. Hoje uma Squad de agentes lê os extratos, categoriza com as regras do cliente, lança direto no QuickBooks e separa as exceções. Cada gravação no ERP é conferida por releitura. A contadora deixou de lançar item a item: ela aprova as exceções. Tudo registrado, com evidência.
Foi a IA sozinha? Claro que não. Teve regra de negócio, integração, uma pessoa responsável e muita disciplina de operação.
Isso não é promessa de que a sua empresa vai ter os mesmos números. É evidência de que IA consegue participar de um processo empresarial de verdade, com validação e com gente no comando.
O ponto mais importante
Agora presta atenção no ponto mais importante.
Nada disso aconteceu por causa de um prompt mágico. O modelo de IA virou commodity: o mesmo modelo está disponível para você, para mim e para a padaria do bairro.
O que muda é a implementação. Entender o processo, olhar os dados, mapear onde o trabalho trava, conectar os sistemas, colocar os agentes para executar, definir quem aprova e medir o resultado. E, principalmente, fazer a sua equipe operar assim no dia a dia.
Talvez a sua empresa já use ChatGPT, Gemini ou Copilot. Todo mundo ficou um pouco mais produtivo. Isso é fato. Mas:
Usar IA não é a mesma coisa que operar com IA.
Usar IA é pedir uma resposta. Operar com IA é fazer o trabalho chegar a quem pode executá-lo, acionar os sistemas autorizados, respeitar as regras, devolver a exceção para a pessoa certa e registrar o que aconteceu.
A iSol não começa pelo modelo. Começa pelo trabalho.
Quando uma pessoa usa IA para escrever ou resumir, o ganho é individual. Quando a empresa opera com IA, um processo que dependia de cinco pessoas, quatro ferramentas e dezenas de decisões manuais passa a rodar com agentes, regras e pessoas no comando.
E tem um ponto que pouca gente fala:
O modelo é commodity. O seu dado não é.
Na iSol, a IA roda na nossa infraestrutura privada ou dentro da sua empresa, com On Site. O conhecimento da sua operação vira um ativo seu, não de um fornecedor.
Foi para isso que construímos a iSol
O iSol Assist, o Estagiário Digital, executa tarefas reais. O iSol API conecta a IA aos seus sistemas. O iSol Command mostra tudo em um só lugar: quem executou, quem aprovou, onde o trabalho aconteceu e qual foi o resultado. E o iSol Change prepara a sua equipe para operar assim, conduzido por profissionais certificados em Prosci® Change Management.
Só que eu posso te vender tudo isso amanhã, te entregar login e senha, e daqui a seis meses a sua empresa estar praticamente igual. Porque, de novo, o problema não é ferramenta. É implementação.
Por que vamos subsidiar a implantação
Então por que nós vamos subsidiar a implantação? A resposta é simples:
Nós queremos cases.
Queremos uma empresa de cada setor operando com IA de verdade: jurídico, contabilidade, clínicas, logística, comércio, imobiliária, serviços e indústria. E queremos mostrar de forma concreta: essa era a operação antes, isso foi implementado, esse foi o resultado.
Hoje, construir esses cases vale mais para nós do que cobrar pela implantação. Essa conta não para de pé no longo prazo, e nós sabemos disso. Por isso ela tem vagas.
As cinco condições
Obviamente, não dá para fazer isso com qualquer empresa. São cinco condições:
Faturamento a partir de R$ 5 milhões por ano. Pelo menos 10 pessoas em funções administrativas. Um sócio, CEO ou diretor envolvido, com a caneta na mão. Autorização para documentar o case. Assinatura anual do iSol API, que é a capacidade de inteligência.
O que você recebe
Agora, se você se encaixa, presta atenção no que entra no iSol Cases. Tudo para um processo.
O programa começa pelo seu primeiro Estagiário Digital: um software de IA com uma função definida no Discovery, trabalhando com a sua equipe 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive fins de semana e feriados. A iSol descobre a função, prepara o Estagiário e acompanha a entrada dele na operação. Tudo remoto, com supervisão humana e o trabalho visível no iSol Command.
Não é uma consultoria que entra, dá opinião e vai embora. É uma jornada de 12 meses com um processo rodando.
A iSol não encerra o relacionamento na implantação. Você compra uma capacidade operacional recorrente, acompanhada e mensurável. Ao longo da jornada, três entregas ficam visíveis:
Trabalho executado. Pessoas prontas. Visibilidade.
A divisão
Falando de forma simples:
Nós subsidiamos o iSol Discovery, o iSol Assist, o iSol Command e o iSol Change. Você assume apenas o iSol API, que é a capacidade de inteligência: o plano Sovereign, R$ 5.520 por mês no plano anual (R$ 6.900 no mensal), com 150 milhões de tokens por mês e mídia inclusa. Para um processo. O valor vale para a iSol Private Cloud; o On Site tem implantação e mensalidade próprias, dimensionadas após o diagnóstico.
O iSol Discovery e os 12 meses de acompanhamento são 100% remotos. Processos adicionais são uma conversa à parte. Escopo, integrações e limites de uso definidos no iSol Discovery e no contrato.
Se a sua empresa fatura mais de R$ 5 milhões por ano e acredita que a IA vai ser parte relevante da operação, esse é o investimento para começar a operar com ela.
10 vagas
Tem um ponto importante.
São 10 vagas nesta turma do iSol Cases.
Não é jogada de marketing. É capacidade: cada empresa tem um AI Architect acompanhando o case, e esses arquitetos são os mesmos que constroem as soluções da iSol. Quando a base de cases crescer, a implantação passa a ter preço próprio.
Como aplicar
Se a sua empresa se encaixa, o próximo passo é simples: responda três perguntas e aplique.
Aplicar não é contratar.
O nosso time analisa as suas respostas. Se houver encaixe, entramos em contato e marcamos uma conversa com um AI Architect. Nessa conversa a gente sai do genérico: o seu processo, os seus sistemas, quem aprova e como medir. Depois dela, decidimos juntos se a sua empresa vai ser um iSol Case.
E se você ainda está pensando, responda para você mesmo: qual tarefa consome mais tempo da sua equipe? Qual processo tem mais exceções? E quem precisaria aprovar o que a IA fizer? Essas três respostas já são um começo.
Então volto ao começo. Se a sua empresa fatura pelo menos R$ 5 milhões por ano e se encaixa nessas condições, eu quero colocar um AI Architect da iSol dentro da sua operação para colocar IA para trabalhar em um processo real. Nós subsidiamos a implantação porque queremos o case.
Tiago Mafra, Fundador da iSol e da 4Clouders